{"id":4400,"date":"2021-07-17T17:08:29","date_gmt":"2021-07-17T17:08:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.alexandrarombinha.pt\/?p=4400"},"modified":"2021-07-27T09:44:46","modified_gmt":"2021-07-27T09:44:46","slug":"o-medo-de-sentir-as-emocoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alexandrarombinha.pt\/?p=4400","title":{"rendered":"O MEDO DE SENTIR\u2026 as emo\u00e7\u00f5es!"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o sei h\u00e1 quanto tempo e desde quando, as emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o escondidas, sequestradas e at\u00e9 maltratadas pela ainda incapacidade de o ser humano as entender. Ficam impregnadas no corpo sob as mais variadas marcas de dor, de congelamento. Como consequ\u00eancia, as vidas ficam suspensas num limbo, criando a sensa\u00e7\u00e3o ilus\u00f3ria de impossibilidade de criar uma nova perce\u00e7\u00e3o seja do que for. Tudo se altera, mistura, baralha e inevitavelmente fica-se retido num tempo que \u00e9 passado, mas que teima em manifestar-se de forma repetida e em c\u00edrculos sem fim \u00e0 vista.<\/p>\n<p>Observo, sinto, toco cada uma das partes perdidas das emo\u00e7\u00f5es sob v\u00e1rias dimens\u00f5es: da minha vida pessoal, \u00e9 claro; dos pacientes que me procuram pedindo ajuda sob os mais inesperados e angustiantes assuntos e situa\u00e7\u00f5es; do mundo que todos querem abra\u00e7ar e est\u00e1 t\u00e3o endurecido. <\/p>\n<p>O que fazer com todas essas emo\u00e7\u00f5es, sentimentos e sensa\u00e7\u00f5es que se empilham segundo a segundo e que continuam a ser negados, rejeitados, arremessados sabe-se l\u00e1 para onde\u2026desde que seja para bem longe do nosso olhar! Raiva, tristeza, medo, insignific\u00e2ncia, dor, inseguran\u00e7a, frustra\u00e7\u00e3o, impot\u00eancia, incapacidade, rejei\u00e7\u00e3o, abandono, humilha\u00e7\u00e3o, injusti\u00e7a, trai\u00e7\u00e3o, angustia, ansiedade \u2026 <\/p>\n<p>O medo de sentir torna o ser humano impotente e incapaz de lidar com as frustra\u00e7\u00f5es, com os erros, as perdas. O n\u00e3o saber processar as emo\u00e7\u00f5es que insistem em permanecer, por tempo indeterminado v\u00e3o corrompendo infalivelmente os comportamentos a eles associados! <\/p>\n<p>O QUE PRECISA SABER:<\/p>\n<p>Este \u00e9 o tempo da (auto)cura, o tempo de desenvolver uma diferente compreens\u00e3o de n\u00f3s, do mundo, do universo, de tudo. <\/p>\n<p>As emo\u00e7\u00f5es precisam ser vistas, sentidas, aceites\/acolhidas, integradas e resignificadas. Quando nos predispomos a parar, olhar e assumir a responsabilidade de fazer este processo, ent\u00e3o podemos perceber claramente que algo muda de forma estranhamente simples, imediata e profunda. Transcender o comportamento requer treino e um olhar ampliado e bem diferente do habitual.<\/p>\n<p>Mais de 95% das nossas emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o adotadas, isto \u00e9, pertencem \u00e0 nossa ancestralidade, sendo que cada um de n\u00f3s vem com a chave-Mestra da transforma\u00e7\u00e3o. Tomar consci\u00eancia desta \u201ccarga\u201d \u00e9 um primeiro passo, pois, este movimento inconsciente \u00e9 o que possibilita cada um poder sanar e equilibrar o seu sistema familiar. Ao incluirmos cada emo\u00e7\u00e3o, sob a forma com que se apresentam a um de n\u00f3s, torna poss\u00edvel ao fluxo de energia que est\u00e1 retido come\u00e7ar a diluir-se. Perde a for\u00e7a que nos limita, e sem que tenhamos que fazer alguma coisa, o movimento saud\u00e1vel e fortalecido \u00e9 restaurado e come\u00e7a a dar-se noutra dire\u00e7\u00e3o, podendo ent\u00e3o dar um sentido diferente \u00e0 vida, a partir desse momento. Todos aqueles que nos antecederam, por raz\u00e3o que a l\u00f3gica e a racionalidade ainda n\u00e3o entende est\u00e3o por resson\u00e2ncia a vibrar, atrav\u00e9s dos tempos, em cada um de n\u00f3s, para que eles possam \u00fanica e exclusivamente ser vistos. E sabe para qu\u00ea? Assim, todos sem exce\u00e7\u00e3o, podem encontrar, estar e sentir-se em paz, no sistema familiar, onde cada um ocupa o seu lugar, deixando de interferir no destino das gera\u00e7\u00f5es presentes e futuras.  <\/p>\n<p>Percebam que todas as emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o compreendidas e no qual n\u00e3o lhes damos um lugar, transbordam a todo o instante, ficando retidas em todas as partes do nosso corpo\u2026que nos incapacitam, nos inquietam e nos limitam os movimentos.<br \/>\nA dificuldade de escutar as emo\u00e7\u00f5es \u00e9 proporcional ao quanto estas suplicam para ser libertadas!<\/p>\n<p>O que guarda de t\u00e3o precioso o cora\u00e7\u00e3o? \u00c9 o sentir mais profundo que vem da alma.<br \/>\nNa tentativa de proteger a \u00fanica coisa que realmente consideramos aut\u00eantica \u2013 o amor &#8211; escondemos o medo de (re)descobrir a (auto)cura e a (re)liga\u00e7\u00e3o a todos os demais, trazendo um sentido mais elevado para a vida.<\/p>\n<p>Este caminho n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel, como \u00e9 o caminho essencial para a cura de traumas individuais, familiares e coletivos. Antes que se torne mais doloroso e insuport\u00e1vel, honre o seu destino. Aceite-o e transforme-o \u00e0 medida que se disp\u00f5e a dar um passo de cada vez.<br \/>\nPermita-se parar, escutar e sentir as suas emo\u00e7\u00f5es! <\/p>\n<p>PERMITA-SE apenas SENTIR!<br \/>\nAlexandra Rombinha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o sei h\u00e1 quanto tempo e desde quando, as emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o escondidas, sequestradas e at\u00e9 maltratadas pela ainda incapacidade de o ser humano as entender. Ficam impregnadas no corpo sob as mais variadas marcas de dor, de congelamento. 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