Estava prestes a iniciar o primeiro ciclo de quimioterapia, integrado num protocolo que incluía também radioterapia, cirurgia de remoção e possível reconstrução da mama.
Preocupava-a o impacto dos tratamentos no corpo e na vida quotidiana, nomeadamente as náuseas, a fadiga, o mal-estar físico e a perda de cabelo. Queria manter-se ativa e continuar a trabalhar durante o máximo de tempo possível.
Em paralelo, sentia uma forte responsabilidade pela irmã com esquizofrenia e receava não conseguir continuar a dar resposta a tudo durante o tratamento.