FORMAÇÃO
Nas relações de casal revelam-se frequentemente padrões familiares, lealdades invisíveis, expectativas, necessidades e conflitos que desafiam a maturidade do vínculo.
A formação dirige-se a quem deseja compreender melhor a própria forma de viver as relações afetivas — esteja ou não atualmente numa relação. Aprofunda as dinâmicas sistémicas que atuam no casal, permitindo reconhecer aquilo que sustenta o vínculo, aquilo que pode gerar desequilíbrio e a forma como cada pessoa se posiciona perante o outro.
Ao compreender o que pode estar por detrás dos conflitos e das crises, torna-se possível sair da repetição e escolher de forma mais consciente — quer para fortalecer a relação, quer para atravessar mudanças, separações ou transições com maior clareza.
A escolha do parceiro
O que nos move, consciente e inconscientemente, na escolha do outro. Padrões familiares e repetições sistémicas nas relações afetivas.
As Ordens do Amor no casal
Pertencimento, hierarquia e equilíbrio entre dar e receber aplicados à relação conjugal.
Etapas da relação
Início, construção do vínculo, crise, maturidade e transformação.
O casal e os sistemas familiares de origem
A influência dos pais, dos vínculos anteriores e das histórias não resolvidas na relação atual.
Parentalidade e relação conjugal
O lugar dos filhos e os desequilíbrios que podem surgir quando o sistema familiar se expande.
Crise, separação e reconfiguração
A crise como momento de revelação, mudança e possibilidade de reorganização da relação.
Temas sensíveis no casal
Aborto, infertilidade, inseminação artificial, diferentes modelos familiares e as suas implicações sistémicas.
É necessário participar em casal?
Não. A formação pode ser realizada individualmente. Muitas vezes, a transformação começa pela clareza interna de um dos elementos.
É necessário estar numa relação neste momento?
Não. A formação pode ser realizada por quem deseja compreender padrões relacionais passados, integrar aprendizagens e preparar-se para vínculos futuros com maior consciência.
É necessário conhecimento prévio em abordagem sistémica?
Não. A formação está estruturada para ser acessível, independentemente da experiência anterior.
Este trabalho substitui acompanhamento terapêutico?
Não. Trata-se de uma formação vivencial que pode complementar um processo terapêutico, mas não o substitui.
É adequada a diferentes modelos de relação?
Sim. O foco está nas dinâmicas do vínculo, independentemente da configuração do casal ou do modelo familiar.